O que Fortuna compra de outros países
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Fortuna compraram US$ 102 mil de outros países. É 98% a menos do que nos 12 meses anteriores, quando foram US$ 4,36 milhões.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
Entre as 39 cidades de Maranhão que importaram, Fortuna ficou em 20º lugar. No Brasil, em 1.817º entre 2.567.
Ver o ranking de importaçõesTodos os produtos (2)
Nos últimos 12 meses. Toque em um produto para ver de onde ele vem.
- 1Torneiras, válvulas e dispositivos semelhantes, para canalizações…3,1 toneladasUS$ 101,8 mil100%
- 2Outras obras de borracha vulcanizada não endurecidaUS$ 2160,2%
Todos os países (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver o que vem de lá.
- 1CanadáUS$ 102 mil100%
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Ano a ano
- 2023US$ 15,8 milhões
- 2025US$ 4,36 milhões
- 2026 (até setembro)US$ 102 mil
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Fortuna
Quanto Fortuna importa?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas com endereço fiscal em Fortuna (MA) compraram US$ 102 mil de outros países: 2 produtos, de 1 país.
O que Fortuna mais importa?
Nos últimos 12 meses, os produtos mais comprados foram Torneiras, válvulas e dispositivos semelhantes, para canalizações… (100%), Outras obras de borracha vulcanizada não endurecida (0,2%).
De quais países Fortuna mais importa?
Nos últimos 12 meses, as principais origens foram Canadá (100%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.